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Presidente da Comissão Nacional de Aquicultura abre ano letivo da pós-graduação em Aquicultura

  • Última atualização em Segunda, 05 de Março de 2018, 09h42
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O Dr. Ono dará uma visão geral aos novos alunos da participação da CNA dentro das políticas públicas voltadas para a aquicultura

 

Por Luciete Pedrosa - Ascom Inpa

Foto: Acervo CNA

 

Edurado Onovo Acervo CNA Cópia

 

“O papel da CNA no cenário da aquicultura brasileira”. Este será o tema da Aula Magna ministrada pelo presidente da Comissão Nacional de Aquicultura (CNA) da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Eduardo Ono. A palestra, que acontecerá nesta segunda-feira (5), marca o início do ano letivo da pós-graduação em Aquicultura da Universidade Nilton Lins realizado em ampla associação com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC).    

 

A Aula Magna do Dr. Ono acontecerá, às 9h, na Sala 153 da Universidade Nilton Lins, localizada na Av. Nilton Lins, 3259 – Parque das Laranjeiras, zona Centro-Sul de Manaus.

 

Segundo a coordenadora do curso de pós-graduação em Aquicultura (mestrado e doutorado), a pesquisadora do Inpa, Elizabeth Gusmão, o Dr. Ono dará uma visão geral aos novos alunos da participação da CNA dentro das políticas públicas voltadas para a aquicultura. “Portanto, os alunos terão uma ideia de como essa Comissão tem atuado em todo o Brasil e o quanto tem contribuído para o crescimento da aquicultura”, diz Gusmão.

 

A pesquisadora conta que a aquicultura é importante para o Amazonas que é o maior consumidor de pescado per capital do Brasil com 33 kg por habitantes/ano. “Isso é importante porque mostra o que a pesca e aquicultura representam dentro do cenário estadual”, diz.

 

Gusmão explica que a Aquicultura tem duas importantes vertentes: uma voltada para produção de peixes para consumo; e uma outra para produção de peixes voltada para a conservação. “Além da importância de poder suprir a população com uma proteína de alto nível, a aquicultura também contribui para conservação de espécieis que estão ameaçadas de extinção”, destaca.

 

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