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Especialistas debatem em encontro a aquicultura na Amazônia Ocidental

  • Última atualização em Segunda, 05 de Novembro de 2018, 09h13
  • Acessos: 347

Palestras e minicursos fazem parte da programação começa nesta segunda e segue até sexta-feira (05 a 09 de novembro)

 

Da Redação – Inpa

Foto: Elizabeth Gusmão

 

 

Amazônia de portas abertas para o mundo. Este é o tema do “II Encontro de Aquicultura da Amazônia Ocidental”, um evento que acontece nesta semana (05 a 09), promovido pela Universidade Nilton Lins (UNL), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). O evento será realizado na Universidade Nilton Lins, e reunirá participantes das diferentes regiões do país e de outras partes do mundo.

“Esse tema foi escolhido porque acreditamos que as pesquisas tecnológicas devem ter um processo mais acelerado para resolver problemas que ainda hoje são entraves na criação de espécies nativas. Com este evento, esperamos realizar parcerias com instituições nacionais e internacionais sobre aquicultura”,disse a pesquisadora do Inpa Elizabeth Gusmão, Presidente da Comissão Organizadora do Encontro.

 

A abertura oficial ocorrerá na noite desta segunda, às 18h30, no Auditório Vânia Pimentel, na Universidade Nilton Lins, localizado na Avenida Nilton Lins, bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus. A programação completa pode ser acessada no site http://aquiculturanaamazonia.com.br/.

 

 

IIEncontroAquiculturaINPA

 

O evento é fruto da união dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) em Aquicultura (Aqui/UNL/Inpa), Ciências Pesqueiras nos Trópicos (CIPET/Ufam) e Ciência Animal (CAN/Ufam), que esperam dar visibilidade e melhoria às pesquisas científicas realizadas na Amazônia, propondo o compartilhamento de conhecimentos, por meio de palestrantes vindo de países como Espanha, Estados Unidos, Portugal e Peru.

“Esperamos que as discussões, neste evento, possam propiciar o estreitamento do diálogo entre os pesquisadores e, principalmente, entre os docentes e discentes dos PPGs, os profissionais da área e os produtores rurais, com grandes ganhos para a melhoria do setor produtivo da região”, destacou Gusmão.

 

Minicursos

Durante o evento serão realizados sete minicursos com palestrantes convidados e outros com pesquisadores do Inpa e da UNL. Um dos minicurso, intitulado “Produtos de pescado a partir de carne mecanicamente separada”, será ministrado pelo pesquisador do Inpa Nilson Carvalho que falará sobre a importância da qualidade da carne para a indústria de alimentos, processos de conservação do pescado, o uso de gelo na conservação, e produtos como fishburguer, bife e picles de peixe, entre outros tópicos.

 

Conforme a coordenação, os participantes podem esperar dos minicursos uma oportunidade para se capacitar em diferentes temas sobre a aquicultura. Além da tecnologia de pescado, outros temas serão abordados, tais como Enfermidades bacterianas em peixes amazônicos: da caracterização das doenças aos métodos de diagnóstico (Henrique Figueiredo – UGMG e Guilherme Campos - UNL), com a participação de docentes da UNL; Redação Científica, dr. Gilson Volpato; Aquicultura sustentável (Dr. Aires Oliva Teles, Portugal); Reprodução de Peixes (Dr. Neil Duncan - Espanha e Dr. Sergio Ricardo Batlouni, Unesp/CAUNESP); Larvicultura intensiva do pirarucu (Dr. Luis Conceição, Portugal e Ligia Uribe Gonçalves – Inpa); Cronobiología: aspectos aplicado a la producción de peces (Dr. Francisco Javier S. Vázquez – Espanha).

 

Palestras e apresentações de trabalhos fazem parte da programação, que ao final serão premiados nas categorias Estudantes de Curso Técnico ou Graduação (pôster), Estudantes de Pós-Graduação ou Profissionais da Área (pôster), Estudantes de Curso Técnico ou Graduação (oral) e Estudantes de Pós-Graduação ou Profissionais da Área (oral).

 

Durante a programação, os participantes terão ainda um dia reservado a umacity tour pela cidade de Manaus, visita ao Bosque da Ciência e outras atrações.

 

Saiba Mais

A primeira edição do evento ocorreu em 2012, mas por conta da crise e dos recursos reduzidos, a realização deste II Encontro ficou inviável. Segundo Elizabeth Gusmão, com o lançamento do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foi possível retomar o evento.

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