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Aula magna dá boas-vindas aos calouros dos nove cursos de Pós-Graduação do Inpa

  • Última atualização em Quarta, 20 de Março de 2019, 17h02
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Neste ano o Inpa recebeu 117 novos alunos em nove nos cursos de mestrado

 

Por Victor Mamede (texto e fotos) – Inpa

 

A diretora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), a pesquisadora Antonia Franco, ministrou a Aula Magna aos novos alunos de nove programas de Pós-Graduação. Franco destacou a importância do conhecimento e tecnologias geradas pelo Inpa para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

 

A aula foi realizada na segunda-feira (11), no Auditório da Ciência. A mesa de abertura contou com a presença da representante por parte da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a professora Rita Andreoli, da coordenadora de Capacitação do Inpa, Beatriz Ronchi, e da própria diretora do Inpa.

 

Organizada pela Coordenação de Pós-Graduação (Copog), a aula teve como objetivo dar um panorama das atividades finalísticas da Instituição aos estudantes, muitos oriundos de outros estados e alguns de Colômbia e Bolívia, além de dar boas-vindas aos mestrandos de 2019. O tema da palestra foi “O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia: Uma Instituição Fundamental ao Desenvolvimento e Transformação da Amazônia”.

 

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O Inpa há 64 anos pesquisa a região e tornou-se uma referência nos estudos da biodiversidade e ecossistemas da Amazônia. Destacam-se, por exemplo, programas e projetos que avaliam o impacto das mudanças climáticas na região; estudos de conservação de espécies – como peixe-boi, boto, tartaruga, pau-rosa -; identificação de espécies da fauna, flora e microrganismos; tratamentos alternativos para doenças tropicais – dengue, malária, leishmaniose; e tecnologias melhoram a qualidade de vida das pessoas na alimentação e acesso a agua potável.

 

“Recebemos muitos alunos de fora do Amazonas e que não têm conhecimento da importância do Inpa para o Brasil. O Inpa possui um grande potencial, incluindo a formação de recursos humanos, e vem contribuindo para o desenvolvimento da Amazônia”, destacou a diretora Antonia Franco, que é bióloga com doutorado em biologia celular e molecular, com foco em estudos sobre leishmaniose tegumentar.

 

Na oportunidade, a diretora mostrou como está organizado o Inpa, suas estruturas e bases de pesquisa. Franco lembrou os desafios de fazer ciência e incentivou os profissionais que agora ingressam no mestrado e doutorado a não desistirem da pesquisa. “Nós precisamos de cada um que está aqui para melhorar nossa ciência com relação ao desenvolvimento de nossa região. Vocês são o futuro da ciência”, destacou Franco.

 

O engenheiro florestal Adelson Monteiro júnior, 24, é do Pará e veio cursar Entomologia (estudo dos insetos) no Inpa. “Eu escolhi o Inpa, porque a entomologia daqui tinha uma avaliação maior do que de outros cursos que vi em outras instituições. E trabalhar com recursos da Amazônia no Inpa é perfeito”, contou Monteiro Júnior.

 

Isabella Aparecida, 28, também é engenheira florestal. Ela veio do Rio de Janeiro para cursar Ciências de Florestas Tropicais. “Para mim, o Inpa é a melhor instituição na Amazônia e na minha área”, explicou o motivo de sua escolha.

 

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Saiba Mais

 

Atualmente o Inpa conta com 604 estudantes em nove programas de Pós-Graduação, sendo 372 de mestrado e 232 de doutorado. Desse total, 117 alunos entraram este ano para cursar mestrado e aproximadamente 15 para doutorado. De acordo com a Copog, o Inpa já titulou 2.780 profissionais desde 1973.

 

Em 2019, o programa de mestrado que mais recebeu alunos foi o de Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas na Amazônia (PPG-MPGAP) com 20 alunos matriculados, seguido por Ciências de Florestas Tropicais (PPG-CFT) e Ecologia (PPG-ECO), ambos empatados com 19 estudantes.

 

Já a Entomologia (PPG-ENT) tem 14 calouros, Botânica (PPG-BOT) 13 estudantes, Biologia de Água Doce e Pesca Interior (PPG-Badpi) 10 e Agricultura no Tropico Úmido (PPG-ATU) oito novos alunos matriculados. Os programas de Clima e Ambiente (PPG-Cliamb/Inpa/UEA) e Genética, Conservação e Biologia Evolutiva (GCBEV) estão com mais sete alunos.

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