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Estudantes da Holanda visitam o Inpa e conhecem trabalhos na área de sustentabilidade

  • Publicado: Terça, 14 de Março de 2017, 14h30
  • Última atualização em Quarta, 15 de Março de 2017, 11h18

Para o diretor do Inpa, Luiz Renato de França, a ideia de turismo sustentável é interessante e o Inpa teria muito a contribuir com o projeto

Texto e foto de Luciete Pedrosa – Ascom Inpa

Conhecer os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa/MCTIC) que tenham um apelo de visão turística e de sustentabilidade. Este foi o objetivo de uma comitiva de 28 estudantes de Mestrado de dez nacionalidades, da University NHTV Breda University of Applied Science dos Países Baixos (Holanda), que visitaram na manhã desta terça-feira (14) o diretor da Instituição, Luiz Renato de França, e o Bosque da Ciência. 

Sitevisitaholandeses

A visita foi liderada pela professora Celiane Camargo Borges. Ela explica que a vista faz parte do conteúdo programático sobre inovação e o tópico é turismo sustentável para o desenvolvimento da Amazônia dentro do curso de Mestrado Imageneering (na tradução, engenharia da imaginação). É um mestrado de negócios direcionado para a inovação social e na cocriação de propostas sustentáveis.

“Como o Inpa é um instituto importante para a Amazônia e para o mundo e está localizado em Manaus, no Amazonas, gostaríamos de aprender com os pesquisadores como eles têm feito essa inovação dentro do espaço da Amazônia”, diz Borges, ao comentar que a Universidade NHTV Breda possui alunos de diversas partes do mundo como Indonésia, China, Moldova, Tanzânia e Holanda.

Segundo a professora, o Imageneering é um mestrado interdisciplinar que durante um ano os alunos trabalham o empreendedorismo social e a inovação de negócios. Todos os anos é escolhido um país para fazer o feeld trip (viagem de campo) quando os alunos testam a metodologia em outros contextos.

Os estudantes já passaram pelo Rio de Janeiro e agora estão em Manaus, onde já visitaram comunidades ribeirinhas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro com apoio da Fundação Amazonas Sustentável (FAS). De Manaus, os estudantes voltam para o Rio de Janeiro e depois regressam para a Holanda.  

Sitevisitabosquedaciencia

Para o diretor do Inpa, Luiz Renato de França, a visita dos estudantes é importante, não só pela visibilidade, mas também pela interação com a Amazônia. “A ideia de turismo sustentável é interessante e o Inpa teria muito a contribuir com esse projeto se tivéssemos, por exemplo, uma empresa incubada nessa área”, diz o diretor. “E como o Inpa detém conhecimento sobre a região, poderia ser uma grande oportunidade para as duas instituições”, destaca.

Na opinião da coordenadora de Extensão do Inpa, a pesquisadora Rita Mesquita, a visita dos estudantes da Holanda de diversas nacionalidades e profissões, é uma oportunidade para o Instituto se conectar com áreas de conhecimento diferentes das do Inpa e estabelecer parcerias que possam desenvolver de maneira conjunta soluções para problemas relevantes na Amazônia.

“Percebi que o grupo estava muito motivado com interesse no turismo científico e esta visita ao Inpa proporcionou para os estudantes, além do conhecimento dos nossos desafios, também conhecer um pouco da riqueza, da diversidade e da complexidade do que significa traduzir a floresta amazônica para um turista  numa linguagem acessível.

Mesquita acredita que o papel da Extensão, no caso da visita dos estudantes, é importante para que o Inpa possa estabelecer um canal de comunicação com instituições que tenham este tipo de interesse. “O Inpa tem total interesse em colaborar e sensibilizar instituições de qualquer lugar do mundo que venham contribuir para a construção de uma visão de sustentabilidade para a Amazônia”, ressalta a coordenadora.  

Ainda segundo Mesquita, do ponto de vista das oportunidades que uma colaboração dessa poderia trazer e como os estudantes têm uma visão de negócios e uma visão  mais empreendedora, o Inpa seria um grande parceiro, porque tem, por exemplo, áreas de Inovação Tecnológica, Tecnologias Sociais e a Incubadora, que são portas de entrada para grupos com este perfil virem desenvolver trabalhos que são de interesse em comum.

          

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