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Palestras mostram a novos mestrandos funcionamento e áreas de atuação do Inpa

  • Publicado: Quinta, 21 de Março de 2019, 10h56
  • Última atualização em Quinta, 21 de Março de 2019, 16h31

As atividades são realizadas dentro da disciplina Seminário de Área 1 dos curso de Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Badpi) e de Genética, Conservação e Biologia Evolutiva (Gcbev). Neste ano, a instituição recebeu 117 novos alunos em nove cursos de mestrado

 

Por Cimone Barros e Victor Mamede – Inpa

Fotos: Victor Mamede

 

Cerca de 20 novos alunos de mestrado dos Programas de Pós-Graduação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) participaram de palestras sobre o funcionamento e organização de vários setores do Instituto, dentro da disciplina de Seminário de Área 1. O objetivo foi familiarizar os alunos com assuntos necessários nos dois anos de curso, como Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA), Coleções Científicas, Armazenamentos de dados científicos, Gestão da Inovação e regulamento da pós.

 

A disciplina Seminário de Área 1 é obrigatória e promovida de forma integrada para os mestrandos de Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Badpi) e de Genética, Conservação e Biologia Evolutiva (Gcbev). As palestras ocorreram nos dias 06, 07 e 08 deste mês, no auditório do Badpi, campus II do Inpa.

 

“Convidamos vários palestrantes para falar de assuntos com os quais os mestrandos vão lidar nessa nova fase aqui no Inpa. Uma novidade deste ano foi uma palestra com uma psicóloga e coach, pois não podemos pensar só em ciência, mas também no bem-estar das pessoas”, contou a coordenadora do Badpi, a pesquisadora Cláudia de Deus, lembrando que vários alunos são oriundos de outros estados do país.

 

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Uma das palestras foi sobre Gestão da Inovação, proferida pela coordenadora de Extensão Tecnológica e Inovação Noélia Falcão. Além de falar sobre as atividades da Coeti, que é o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Instituição, Falcão aproveitou para dar uma noção geral de propriedade intelectual, especialmente a propriedade industrial no tocante à patente, e a situação da inovação no Inpa.

 

Atualmente o Inpa está com quatro processos de transferências de tecnologia para empresas e possui 71 depósitos de patentes protegidas, das quais 16 estão concedidas. A proteção garante e protege os direitos de propriedade intelectual de um produto junto à sua instituição, evitando plágios e concorrência desonesta. A Patente de Invenção vigora pelo prazo de 20 anos contados da data do pedido de patente e caso seja Modelo de Utilidade este prazo é de 15 anos.

 

“’Hoje nós temos autonomia para dizer que o Inpa é o protagonista na região norte, tanto em número de depósitos quanto em transferência e tecnologia. É também o único Instituto na região que tem experiência com royalty, entrando pagamento no contracheque do pesquisador como fruto da sua invenção”, disse Noelia.

 

O pagamento de royalty é feito desde 2016 ao pesquisador do Inpa, o alemão Roland Vetter, que inventou uma tecnologia alimentada por placa solar e que utiliza radiação ultravioleta tipo C capaz de desinfectar águas de rios, lagos e igarapés contaminadas por germes. Cada vez que o Água Box é vendido, produto ‘batizado’ comercialmente de Ecolágua, Vetter ganha um percentual pela sua invenção, que foi protegida como de modelo de utilidade.

 

Para a mestranda do GCEBEv Neiva Silva de Vasconcelos, 30, as palestras são importantes porque mostram o funcionamento do Inpa. “Quando a gente chega, conhece o Inpa, o Bbosque da Ciência, mas não conhece as pesquisas, a tecnologia, a missão, os valores e como funciona de fato”, destacou.

 

Dados Científicos

 

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O Coordenador Substituto de Coordenação de Ações Estratégicas (Coaes), Laurindo Campos, apresentou a palestra Revolução Digital baseada em dados científicos. O objetivo foi mostrar a importância dos dados na pesquisa, a qualidade, e quais tecnologias estão disponíveis no Inpa.

 

Segundo Campos, os alunos precisam saber que o Inpa possui uma infraestrutura computacional, uma rede de dados, armazenamento, sistemas digitais que são, por exemplo, de projetos como LBA, AmazonFace e Atto. “E esses projetos podem convergir de alguma forma para uma demanda que eles terão aqui, além de poderem dispor de especialistas que possam dar apoio em componentes, tanto de computação quanto na área ambiental”, explicou.

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