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Inpa lança purificador de água e farinha integral de pupunha neste domingo

  • Publicado: Quinta, 09 de Outubro de 2014, 20h00
  • Última atualização em Quinta, 03 de Setembro de 2015, 10h55

O lançamento acontecerá durante a cerimônia de abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, neste domingo (12), às 9h, no Auditório da Ciência da Instituição. O bosque da Ciência terá entrada gratuita em comemoração ao Dia das Crianças

 

Por Luciete Pedrosa – Ascom Inpa

 

 

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) lança, neste domingo (12 de outubro), duas tecnologias prontas para serem comercializadas. Trata-se da “farinha integral de pupunha”, altamente nutritiva e com sabor agradável, e do “Ecolágua”, um equipamento que utiliza os raios ultravioletas para purificar água tornando-a potável.

 

O lançamento acontecerá durante a cerimônia de abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Inpa (SNCT/Inpa), às 9h, no Bosque da Ciência do Instituto, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz. Neste dia, para comemorar o Dia das Crianças, o bosque terá entrada gratuita.

 

De acordo com a coordenadora de Extensão Tecnológica e Inovação, Rosangela Bentes, o Inpa possui uma série de resultados de pesquisas com potencial de mercado. O principal desafio da coordenação frente ao cenário de inovação é estimular o mercado para o desenvolvimento e a comercialização dos produtos, que são frutos dessas pesquisas dos laboratórios do Inpa.

 

O Instituto promove e participa de várias ações para estimular o interesse do setor produtivo por produtos desenvolvidos pelo Inpa para serem colocados no mercado. No entanto, cada tecnologia tem suas particularidades para desenvolvimento em escala, segundo Bentes.

 

“Após a transferência da tecnologia para a empresa, é o empresário que tem acesso a essas tecnologias que vai percorrer os caminhos exigidos pelo mercado para disponibilizá-lo ao consumidor”, explica a coordenadora.

 

O setor de inovação tecnológica do Inpa dispõe de uma incubadora de empresas e oferece consultoria na gestão do negócio, além de orientação sobre registros e patentes. As empresas interessadas no assunto podem entrar em contato com a Ceti. Atualmente, o Instituto possui dos 65 pedidos de patentes de produtos, que geraram 163 produtos e processos protegidos, o que significa que o Inpa tem outras tecnologias promissoras para comercialização e disponíveis para licenciar para empresas.

 

Tecnologias

 

A tecnologia do “Ecolágua”, anteriormente chamada de Água Box, foi desenvolvida pelo pesquisador do Inpa, Roland Vetter e sua equipe, visando à melhoria da qualidade da água em regiões remotas da Amazônia. O equipamento já foi instalado como uma unidade demonstrativa no bosque da ciência, que será lançado no domingo dia 12, e outras serão disponibilizadas em comunidades do interior do Amazonas.

 

Em 2009, o equipamento teve o pedido de patente protegida junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). A tecnologia será comercializada pela empresa Qluz Ecoenergia (situada na rua Recife, 5019, Flores), que assinou contrato de transferência de tecnologia com o Inpa em 2012, com o prazo de dois anos para disponibilizar o produto no mercado.

 

Outra tecnologia que será lançada oficialmente pelo Inpa e já está no mercado é a farinha integral de pupunha, comercializada pela Néctar - Frutos da Amazônia, empresa incubada no Inpa, que desenvolve geleias, balas e outros produtos derivados de frutos da Amazônia.

 

Alimento nutritivo e de sabor agradável, a farinha de pupunha integral é rica em vitamina A, minerais e, principalmente, em fibra. Pode ser consumida tanto como suplemento nutricional quanto ingrediente para elaboração de receitas culinárias, como pães, bolos e paçocas.

 

A ideia de produzir a farinha de pupunha surgiu com o desejo de explorar nossos recursos de maneira sustentável e beneficiá-los de uma forma diferente. Foi então que tivemos a oportunidade de realizar a parceria com o Inpa realizando transferência de tecnologia e incubação da empresa no instituto”, disse Navegantes, diretor da Néctar.         

 

Desenvolvida pela pesquisadora do Inpa, Jerusa Andrade, a tecnologia foi transferida para a Néctar em 2011. Bentes explica que ao longo desse tempo algumas barreiras tiveram que ser vencidas e que essa tecnologia demandou mais de dois anos até chegar ao lançamento. “Vários desafios tiveram que ser superados, como a definição de fornecedores para o desenvolvimento do produto”, disse Bentes.

 

Programação

 

O Inpa está desenvolvendo cerca de 120 atividades, como seminários, palestras, exposições e visitas técnicas como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. De acordo com o coordenador de Extensão do Inpa, Carlos Bueno, um diferencial da SNCT do Inpa deste ano é envolver a comunidade visando o entendimento de que a Ciência e a Tecnologia estão presentes no dia a dia das pessoas.

 

“Todas as nossas atividades estão voltadas para envolver associações e comunidades e trabalhando o homem dentro do resultado de Ciência e Tecnologia”, disse Bueno.

 

Além das atividades realizadas nas dependências do Inpa, outras são executadas fora do Estado, como no Instituto Federal de Rondônia com a palestra “Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia: transpondo fronteiras”. Também são desenvolvidas atividades em 11 municípios do Amazonas: Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Manaquiri, Lábrea, Rio Preto da Eva, Fonte Boa, Presidente Figueiredo, Silves, Tefé e Autazes.

 

Sobre a SNCT

 

Esta é a 11ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que é coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis). Este ano o tema escolhido é “Ciência e tecnologia para o desenvolvimento social”. As atividades prosseguem até o dia 19 de outubro, mas há ações desenvolvidas antes e depois dessa data.

 

A programação nacional é realizada anualmente e busca democratizar o acesso ao conhecimento científico e aproximar a população da ciência e da tecnologia, promovendo e estimulando a atividades de educação científica.

A realização da Semana conta a colaboração do setor público e privado, de fundações de apoio à pesquisa, de entidades e instituições de ensino, divulgação e pesquisa, além de secretarias estaduais e municipais.

 

O lançamento acontecerá durante a cerimônia de abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, neste domingo (12), às 9h, no Auditório da Ciência da Instituição. O bosque da Ciência terá entrada gratuita em comemoração ao Dia das Crianças

Por Luciete Pedrosa – Ascom Inpa

Foto: Lorena Andrade - Inpa

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) lança, neste domingo (12 de outubro), duas tecnologias prontas para serem comercializadas. Trata-se da “farinha integral de pupunha”, altamente nutritiva e com sabor agradável, e do “Ecolágua”, um equipamento que utiliza os raios ultravioletas para purificar água tornando-a potável.

O lançamento acontecerá durante a cerimônia de abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Inpa (SNCT/Inpa), às 9h, no Bosque da Ciência do Instituto, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz. Neste dia, para comemorar o Dia das Crianças, o bosque terá entrada gratuita.

De acordo com a coordenadora de Extensão Tecnológica e Inovação, Rosangela Bentes, o Inpa possui uma série de resultados de pesquisas com potencial de mercado. O principal desafio da coordenação frente ao cenário de inovação é estimular o mercado para o desenvolvimento e a comercialização dos produtos, que são frutos dessas pesquisas dos laboratórios do Inpa.

O Instituto promove e participa de várias ações para estimular o interesse do setor produtivo por produtos desenvolvidos pelo Inpa para serem colocados no mercado. No entanto, cada tecnologia tem suas particularidades para desenvolvimento em escala, segundo Bentes.

“Após a transferência da tecnologia para a empresa, é o empresário que tem acesso a essas tecnologias que vai percorrer os caminhos exigidos pelo mercado para disponibilizá-lo ao consumidor”, explica a coordenadora.

O setor de inovação tecnológica do Inpa dispõe de uma incubadora de empresas e oferece consultoria na gestão do negócio, além de orientação sobre registros e patentes. As empresas interessadas no assunto podem entrar em contato com a Ceti. Atualmente, o Instituto possui dos 65 pedidos de patentes de produtos, que geraram 163 produtos e processos protegidos, o que significa que o Inpa tem outras tecnologias promissoras para comercialização e disponíveis para licenciar para empresas.

Tecnologias

A tecnologia do “Ecolágua”, anteriormente chamada de Água Box, foi desenvolvida pelo pesquisador do Inpa, Roland Vetter e sua equipe, visando à melhoria da qualidade da água em regiões remotas da Amazônia. O equipamento já foi instalado como uma unidade demonstrativa no bosque da ciência, que será lançado no domingo dia 12, e outras serão disponibilizadas em comunidades do interior do Amazonas.

Em 2009, o equipamento teve o pedido de patente protegida junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). A tecnologia será comercializada pela empresa Qluz Ecoenergia (situada na rua Recife, 5019, Flores), que assinou contrato de transferência de tecnologia com o Inpa em 2012, com o prazo de dois anos para disponibilizar o produto no mercado.

Outra tecnologia que será lançada oficialmente pelo Inpa e já está no mercado é a farinha integral de pupunha, comercializada pela Néctar - Frutos da Amazônia, empresa incubada no Inpa, que desenvolve geleias, balas e outros produtos derivados de frutos da Amazônia.

Alimento nutritivo e de sabor agradável, a farinha de pupunha integral é rica em vitamina A, minerais e, principalmente, em fibra. Pode ser consumida tanto como suplemento nutricional quanto ingrediente para elaboração de receitas culinárias, como pães, bolos e paçocas.

A ideia de produzir a farinha de pupunha surgiu com o desejo de explorar nossos recursos de maneira sustentável e beneficiá-los de uma forma diferente. Foi então que tivemos a oportunidade de realizar a parceria com o Inpa realizando transferência de tecnologia e incubação da empresa no instituto”, disse Navegantes, diretor da Néctar.         

Desenvolvida pela pesquisadora do Inpa, Jerusa Andrade, a tecnologia foi transferida para a Néctar em 2011. Bentes explica que ao longo desse tempo algumas barreiras tiveram que ser vencidas e que essa tecnologia demandou mais de dois anos até chegar ao lançamento. “Vários desafios tiveram que ser superados, como a definição de fornecedores para o desenvolvimento do produto”, disse Bentes.

Programação

O Inpa está desenvolvendo cerca de 120 atividades, como seminários, palestras, exposições e visitas técnicas como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. De acordo com o coordenador de Extensão do Inpa, Carlos Bueno, um diferencial da SNCT do Inpa deste ano é envolver a comunidade visando o entendimento de que a Ciência e a Tecnologia estão presentes no dia a dia das pessoas.

“Todas as nossas atividades estão voltadas para envolver associações e comunidades e trabalhando o homem dentro do resultado de Ciência e Tecnologia”, disse Bueno.

Além das atividades realizadas nas dependências do Inpa, outras são executadas fora do Estado, como no Instituto Federal de Rondônia com a palestra “Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia: transpondo fronteiras”. Também são desenvolvidas atividades em 11 municípios do Amazonas: Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Manaquiri, Lábrea, Rio Preto da Eva, Fonte Boa, Presidente Figueiredo, Silves, Tefé e Autazes.

Sobre a SNCT

Esta é a 11ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que é coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis). Este ano o tema escolhido é “Ciência e tecnologia para o desenvolvimento social”. As atividades prosseguem até o dia 19 de outubro, mas há ações desenvolvidas antes e depois dessa data.

A programação nacional é realizada anualmente e busca democratizar o acesso ao conhecimento científico e aproximar a população da ciência e da tecnologia, promovendo e estimulando a atividades de educação científica.

A realização da Semana conta a colaboração do setor público e privado, de fundações de apoio à pesquisa, de entidades e instituições de ensino, divulgação e pesquisa, além de secretarias estaduais e municipais.

 

Por Luciete Pedrosa – Ascom Inpa

Foto: Lorena Andrade - Inpa

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) lança, neste domingo (12 de outubro), duas tecnologias prontas para serem comercializadas. Trata-se da “farinha integral de pupunha”, altamente nutritiva e com sabor agradável, e do “Ecolágua”, um equipamento que utiliza os raios ultravioletas para purificar água tornando-a potável.

O lançamento acontecerá durante a cerimônia de abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Inpa (SNCT/Inpa), às 9h, no Bosque da Ciência do Instituto, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz. Neste dia, para comemorar o Dia das Crianças, o bosque terá entrada gratuita.

De acordo com a coordenadora de Extensão Tecnológica e Inovação, Rosangela Bentes, o Inpa possui uma série de resultados de pesquisas com potencial de mercado. O principal desafio da coordenação frente ao cenário de inovação é estimular o mercado para o desenvolvimento e a comercialização dos produtos, que são frutos dessas pesquisas dos laboratórios do Inpa.

O Instituto promove e participa de várias ações para estimular o interesse do setor produtivo por produtos desenvolvidos pelo Inpa para serem colocados no mercado. No entanto, cada tecnologia tem suas particularidades para desenvolvimento em escala, segundo Bentes.

“Após a transferência da tecnologia para a empresa, é o empresário que tem acesso a essas tecnologias que vai percorrer os caminhos exigidos pelo mercado para disponibilizá-lo ao consumidor”, explica a coordenadora.

O setor de inovação tecnológica do Inpa dispõe de uma incubadora de empresas e oferece consultoria na gestão do negócio, além de orientação sobre registros e patentes. As empresas interessadas no assunto podem entrar em contato com a Ceti. Atualmente, o Instituto possui dos 65 pedidos de patentes de produtos, que geraram 163 produtos e processos protegidos, o que significa que o Inpa tem outras tecnologias promissoras para comercialização e disponíveis para licenciar para empresas.

Tecnologias

A tecnologia do “Ecolágua”, anteriormente chamada de Água Box, foi desenvolvida pelo pesquisador do Inpa, Roland Vetter e sua equipe, visando à melhoria da qualidade da água em regiões remotas da Amazônia. O equipamento já foi instalado como uma unidade demonstrativa no bosque da ciência, que será lançado no domingo dia 12, e outras serão disponibilizadas em comunidades do interior do Amazonas.

Em 2009, o equipamento teve o pedido de patente protegida junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). A tecnologia será comercializada pela empresa Qluz Ecoenergia (situada na rua Recife, 5019, Flores), que assinou contrato de transferência de tecnologia com o Inpa em 2012, com o prazo de dois anos para disponibilizar o produto no mercado.

Outra tecnologia que será lançada oficialmente pelo Inpa e já está no mercado é a farinha integral de pupunha, comercializada pela Néctar - Frutos da Amazônia, empresa incubada no Inpa, que desenvolve geleias, balas e outros produtos derivados de frutos da Amazônia.

Alimento nutritivo e de sabor agradável, a farinha de pupunha integral é rica em vitamina A, minerais e, principalmente, em fibra. Pode ser consumida tanto como suplemento nutricional quanto ingrediente para elaboração de receitas culinárias, como pães, bolos e paçocas.

A ideia de produzir a farinha de pupunha surgiu com o desejo de explorar nossos recursos de maneira sustentável e beneficiá-los de uma forma diferente. Foi então que tivemos a oportunidade de realizar a parceria com o Inpa realizando transferência de tecnologia e incubação da empresa no instituto”, disse Navegantes, diretor da Néctar.         

Desenvolvida pela pesquisadora do Inpa, Jerusa Andrade, a tecnologia foi transferida para a Néctar em 2011. Bentes explica que ao longo desse tempo algumas barreiras tiveram que ser vencidas e que essa tecnologia demandou mais de dois anos até chegar ao lançamento. “Vários desafios tiveram que ser superados, como a definição de fornecedores para o desenvolvimento do produto”, disse Bentes.

Programação

O Inpa está desenvolvendo cerca de 120 atividades, como seminários, palestras, exposições e visitas técnicas como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. De acordo com o coordenador de Extensão do Inpa, Carlos Bueno, um diferencial da SNCT do Inpa deste ano é envolver a comunidade visando o entendimento de que a Ciência e a Tecnologia estão presentes no dia a dia das pessoas.

“Todas as nossas atividades estão voltadas para envolver associações e comunidades e trabalhando o homem dentro do resultado de Ciência e Tecnologia”, disse Bueno.

Além das atividades realizadas nas dependências do Inpa, outras são executadas fora do Estado, como no Instituto Federal de Rondônia com a palestra “Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia: transpondo fronteiras”. Também são desenvolvidas atividades em 11 municípios do Amazonas: Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Manaquiri, Lábrea, Rio Preto da Eva, Fonte Boa, Presidente Figueiredo, Silves, Tefé e Autazes.

Sobre a SNCT

Esta é a 11ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que é coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis). Este ano o tema escolhido é “Ciência e tecnologia para o desenvolvimento social”. As atividades prosseguem até o dia 19 de outubro, mas há ações desenvolvidas antes e depois dessa data.

A programação nacional é realizada anualmente e busca democratizar o acesso ao conhecimento científico e aproximar a população da ciência e da tecnologia, promovendo e estimulando a atividades de educação científica.

A realização da Semana conta a colaboração do setor público e privado, de fundações de apoio à pesquisa, de entidades e instituições de ensino, divulgação e pesquisa, além de secretarias estaduais e municipais.

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